A relação entre conceitos e aplicabilidades

Cada vez mais estamos buscando formas de acelerar esses processos de forma objetiva e eficaz em todas as áreas possíveis da vida.
Por que existe esse desejo pelo crescimento? De onde ele surge? Quando você reflete sobre essas questões, o pensamento é voltado para o desenvolvimento pessoal e individual. É a conclusão lógica inicial, mas o que acontece quando utilizamos esse mesmo desejo em outros campos, adequando essa perspectiva a novas possibilidades?
Uma das invenções de Arquimedes de Siracusa – a alavanca – é capaz de servir como ponto de partida para o entendimento de uma ideia com poder de aplicabilidade muito maior, demonstrando exatamente como é viável realocar o conceito de desenvolvimento/crescimento.
Você deve estar se perguntando o que uma alavanca poderia fazer por você além do óbvio e qual outro sentido ela teria fora de seu propósito original. Na física, a alavanca serve para intensificar a força sobre outro objeto. Quando dizemos que alavancamos algo, queremos dizer que ele foi impulsionado.
Ele progrediu.
O início desse artigo fala, justamente, sobre nossa demanda por progressão. Olhando para o quadro como um todo, entende-se como essa ideia pode auxiliar na possibilidade de crescimento eficiente. Do ponto de vista empresarial econômico, por exemplo, um elemento que contribua para o aumento significativo na renda recorrente anual (como um crescimento T2D3) pode garantir o processo de alavancagem de uma empresa.
Existe um conjunto de 12 princípios que podem se tornar o norte daqueles que buscam favorecer o desenvolvimento de uma startup, assessorando no planejamento de estratégias para assegurar o sucesso do caminho traçado.
Conheça e entenda sobre eles no próximo artigo.
Por que mapeamos o Perfil Comportamental do nosso time?

Como tudo à nossa volta, o universo corporativo recebeu mudanças significativas em sua esfera. Por esse motivo, houve a necessidade de se reconfigurar, buscando se adequar aos novos desafios apresentados, utilizando e desenvolvendo novas estratégias de organização e gestão tanto para a empresa, como para seus colaboradores.
Para garantir um lugar de destaque nessa nova ordem mundial, as empresas têm investido cada vez mais em pessoas, passando então a trabalhar em projetos que apresentam não somente o conhecimento técnico necessário, mas também pensando de forma estratégica nas competências comportamentais que cada funcionário apresenta para aplicá-las na prática.
Introduzida pelo psicólogo William Marston em 1928 no seu livro “Emotions of Normal People”, a Metodologia DISC de Análise de Perfil Comportamental – criada para avaliar e medir o comportamento das pessoas – tem sido utilizada no mundo todo. Desenvolvida a partir da pesquisa realizada por Marston que, em conjunto com exército americano, buscou entender o motivo pelo qual os soldados realizavam a mesma ordem recebida dos superiores de maneiras completamente diferentes.
Assim como os Gregos Hipócrates e Carl Jung, Marston divide as características comportamentais em quatro grandes perfis. São eles: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade, que iremos chamar aqui de Executor, Comunicador, Planejador e Analista respectivamente. Contudo, diferente dos outros, Marston percebeu que as pessoas apresentam características dos quatro perfis, podendo expressar assim um ou mais perfis, ou até mesmo mudar com o passar do tempo.
Cada perfil tem sua maneira de perceber o mundo a sua volta. Quando falamos de um perfil executor, percebemos características de proatividade, tendo o meio como um ambiente hostil e antagônico, focando dessa forma muito mais na execução do que nas pessoas. Já o perfil comunicador tem o meio a seu favor, também apresentando características de proatividade, focando principalmente na construção de relacionamentos com as pessoas à sua volta. O perfil do planejador tem características mais serenas, e percebe o meio como algo favorável, ou seja, o planejador ama estar com as pessoas, mas ele prefere que tudo esteja organizado e funcionando de acordo com o plano. O perfil analista tem características passivas, o que pode parecer até mesmo rude, mas essa não é bem a verdade, ele percebe o meio como um grande antagonista.
Considerando isso, há aqueles que são mais produtivos sob pressão e em conjunto com outras pessoas, enquanto outros preferem fazer tudo antecipadamente, de forma a planejar os mínimos detalhes e principalmente com paciência e cautela. Há pessoas que não entendem de imediato um feedback dado sem os devidos cuidados, enquanto outras conseguem digerir aquilo com muito mais facilidade. Sendo assim, para cada perfil comportamental encontrado no seu time, é preciso saber lidar da forma mais adequada para extrair o seu melhor, o seu máximo potencial.
O perfil comportamental estrutura uma parcela da personalidade de todo aquele que está diante de uma determinada situação. No meio corporativo, essa é a maneira de identificar, entender e perceber quais serão suas reações frente a cenários. É importante que a empresa realize o mapeamento dos perfis comportamentais de seus colaboradores, afinal de contas, estão lidando com pessoas e cada uma delas têm experiências de vida completamente divergentes. Essas experiências, muitas das vezes interferem significativamente na maneira que o trabalhador lida com suas atividades e com as demais situações, sejam elas positivas ou não.
A verdade é que diversos fatores podem influenciar na personalidade de alguém, e é exatamente por isso que é extremamente importante que todas essas diferenças sejam respeitadas em todas as áreas de nossas vidas, inclusive no meio profissional. A fim de que o equilíbrio e, principalmente, o respeito façam parte das trocas entre todos os profissionais de uma empresa.
Obrigada por ler até aqui. Até a próxima!
Pequenos prazeres, criatividade e inteligência emocional

Escrito por Felipe Chaya
No dia 29 de julho de 2019, em entrevista ao Pedro Bial, o sociólogo Domenico de Masi explicou o que é o “ócio criativo”, nome do livro escrito por ele em 1995.
“O ócio criativo é a natureza do ser humano. O ser humano não foi feito para trabalhos cansativos, para trabalhos brutais ou entediantes. Ele foi feito para trabalhos criativos. Quando um trabalho é criativo, ele não é trabalho. E, quando alguém faz um trabalho criativo, não sabe se está trabalhando, se está estudando, se está se divertindo.”
Neste trecho, De Masi deixa clara a importância da presença da criatividade nas tarefas rotineiras, porém nos dias em que vivemos a sociedade apresenta constantes sinais de esgotamento físico e mental quase que diariamente.
Você, por exemplo, lendo este texto agora, está com o seu físico ou mental cansado? Provavelmente sim.
Antes de você pensar que este artigo tentará te estimular a tornar-se um artista, competir por um troféu publicitário ou qualquer coisa do gênero, saiba que não é sobre isso.
Todos nascemos criativos, mas com o passar do tempo perdemos esse potencial por nos tornarmos pessoas chatas, ranzinzas, críticos e céticos; experimente dar uma vassoura para uma criança de 3 anos e diga que é um cavalo, ela topará a brincadeira imediatamente, agora faça o mesmo com alguém mais velho, pois é, você já sabe o resultado.
Para que seja possível visitarmos esse campo criativo, local natural do ser humano, e desfrutarmos dos benefícios de equilibrar desafios e habilidades, é fundamental dar o primeiro passo para o autoconhecimento.
De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e jornalista científico, autor do livro Inteligência Emocional, existem 5 pilares fundamentais para que qualquer pessoa possa dominar e evoluir no seu quociente emocional.
1. Autoconhecimento:
Conhecer as próprias emoções
2. Autocontrole:
Saber gerenciar as próprias emoções
3. Automotivação:
Habilidade de usar adequadamente as próprias emoções
4. Empatia:
Reconhecer entender as emoções dos outros
5. Interpessoalidade:
Manter boas relações sociais guiando as emoções dos outros
O objetivo deste artigo é o de te provocar apenas para o primeiro pilar, o autoconhecimento.
De 1 a 10, qual a nota você daria para o quanto se conhece?
O caminho para a felicidade, se é que podemos chamar assim, ou o caminho para que você quase não saiba a diferença entre trabalho, estudo e diversão, começa no autoconhecimento.
E não se cobre tanto caso a nota que tenha escolhido esteja abaixo de 5 – esta é uma estrada infinita e, uma vez que você decida percorrê-la, jamais chegará ao fim.
A evolução é constante, diária e quase imperceptível se olhar de perto.
É como escovar os dentes. Por que você escova todos os dias, pelo menos 3 três vezes ao dia, por um ou dois minutos? E se você resolvesse escovar a cada 3 meses, por 8 horas seguidas? Funcionaria? Não, né?
O autoconhecimento é como escovar os dentes, você não percebe os benefícios se olhar dia por dia, mas experimenta passar meses sem olhar para dentro.
Como já disse Heráclito, filósofo pré-socrático, há mais de 2.500 anos: “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois, na segunda vez, o rio já não é o mesmo, nem tão pouco o homem.”
Bom, e aí? Quando você vai parar para observar, contemplar e entrar no rio?
Foque na meta, mas aproveite o caminho tanto quanto irá comemorar quando chegar lá.
A relação entre líderes e liderados

Escrito por Daniela Santos
Em diversos momentos já tratamos sobre o tema liderança aqui. Mas, desta vez, abordaremos o assunto com uma perspectiva diferente.
Você sabe quais ações práticas pode fazer para se tornar um líder melhor? Estudos recentes sobre o assunto mostram que a relação entre líder e liderados tem sido o grande foco de discussões e pesquisas.
Se tornar um bom gestor não é algo que vai acontecer da noite para o dia. Existe todo um processo que cada um de nós precisa passar para chegar lá, porque, infelizmente, ainda não inventaram uma fórmula mágica que devemos seguir, mas existem dicas e exercícios que você pode praticar.
Você, como um líder, costuma ter as seguintes práticas?
- Alimenta o espírito de equipe?
- Cria flexibilidade?
- Empodera os colaboradores, para que se sintam participantes de tudo o que acontece no ambiente organizacional?
E, como líder, percebe essas situações entre seus liderados:
- Os membros da equipe se preocupam uns com os outros?
- Eles se estimulam intelectualmente de forma mútua?
- Eles se inspiram uns aos outros?
- Eles se identificam com os objetivos do time como um todo?
- Apresentam alta performance?
Esses são alguns aspectos que podem te ajudar pensar sobre a sua relação com os seus liderados.
Mas não fique preso a essas dicas, as práticas do seu dia a dia vão te tornar um líder cada vez melhor!
Como anda a sua escuta ativa?

Escrito por Daniela Santos
Desde o início da pandemia, diversas habilidades e hábitos tiveram que ser mudados – muitas vezes não por um querer pessoal, mas por necessidade de se adaptar. Não tenho dúvidas de que você notou diferenças nas atividades que fazia antes de passarmos por esse momento atípico. E enquanto tudo isso acontece, como anda a sua escuta ativa?
Escuta ativa é a capacidade que você tem de realizar uma ação, baseado no que está ouvindo da outra pessoa. Pode parecer uma pergunta boba, ma
Você sabe qual a diferença entre ouvir e escutar?
Quando estamos ouvindo algo, estamos, na verdade, utilizando nossas habilidades sensoriais. No entanto, ao escutarmos algo lidamos com a nossa capacidade de interpretar o que foi dito e trazer um significado.
Com o isolamento imposto pela pandemia, tivemos que deixar de lado interações físicas com as pessoas em momentos do dia a dia, o que pode, de alguma forma, ter afetado nossa habilidade de ouvir o que as demais pessoas falam com a devida atenção, sem ter uma resposta automática para dar, ou sem a necessidade de interrompê-las.
Trabalhar a escuta ativa é um exercício que deve ser feito diariamente. E não existe fórmula mágica para se tornar um bom ouvinte: é se atentar para colocar sempre em prática!
Geração de ideias e habilidades de raciocínio

Escrito por Daniela Santos
Anteriormente, mencionamos como solucionar problemas através da geração de ideias e de habilidades ligadas ao raciocínio. Neste texto, explicaremos como suas habilidades quantitativas podem ser úteis em um momento de conflito durante seu dia a dia.
É necessário lembrar que, quando você utiliza técnicas que envolvem aplicações matemáticas, seus dados tendem a ser mais objetivos e diretos, o que faz com que seu resultado seja traduzido em números que também serão interpretados para se tornar uma ação que ocorra na prática.
É muito difícil dizer que, utilizar as habilidades quantitativas, ou fazer um brainstorming em conjunto com ações das habilidades de raciocínio, são o melhor caminho para solucionar problemas. Ambos os métodos são válidos e cada caso é um caso, mas é importante lembrar que elas podem ser realizadas tanto em conjunto, como separadas.
É essencial que você, como profissional, muito mais do que saiba identificar a melhor técnica para resolver os problemas que acontecem em seu cotidiano, também saiba avaliar qual delas é a melhor para ser implementada para que, assim, os conflitos sejam bem solucionados no final.
Geração de ideias e habilidades de raciocínio

Escrito por Daniela Santos
Seria muito bom se todos os nossos problemas se resolvessem de maneira rápida e com quase nenhum esforço, não é? No entanto, quando estamos na correria do cotidiano, muitas vezes, demoramos para chegar em soluções para os contratempos que nos são apresentados.
Pode até parecer besteira, mas uma boa maneira de começar a resolver seu problema é, justamente, compartilhá-lo com alguém de sua equipe. Assim, vocês conseguem ter uma espécie de brainstorm sobre como a questão poderia ser resolvida.
Certamente, em um momento de leve descontração, surgiriam ideias não tão úteis. Mas, a chance de aparecerem, também, ideias boas é alta. E, muitas vezes, ao explorar estes dois caminhos, você acaba chegando na solução.
É interessante notar que, aqui, você está utilizando dados textuais e subjetivos, além de suas habilidades de raciocínio, para chegar na solução do seu problema.
Mas esta não é a única maneira! Existem também habilidades quantitativas, das quais falaremos na próxima vez que conversarmos.
Tolerância ao estresse

Escrito por Daniela Santos
Quantas vezes durante a sua vida profissional você não disse a seguinte frase “Nossa, que dia estressante”? Provavelmente muitas, não é mesmo?
Temos certeza que, ao longo do percurso, sem perceber, você desenvolveu técnicas que ajudam a lidar com os picos extremos de estresse.
Levando em consideração o autocontrole, entender a melhor maneira de tolerar o estresse é importante porque, nas situações em que ele te leva ao extremo, ao invés de você ter uma reação agressiva ou de raiva, ele traz sintomas que podem te levar a um colapso nervoso, também conhecido no mundo empresarial como “Burnout”.
É fato que, com a imprevisibilidade da vida, muitas vezes, não conseguimos antecipar as mais variadas situações, muito menos aquelas que nos colocam em picos altos de estresse. Mas, sempre que possível, seria ideal tentar evitar estes momentos.
Também é importante levar em consideração que, às vezes, apenas tentar evitar o estresse não basta.
É necessário entender o momento que você está, respeitando o seu corpo e mente e, caso seja preciso, procurar ajuda de um profissional.
Autocontrole

Escrito por Daniela Santos
Desenvolver uma válvula de escape e saber o que é capaz de nos tirar de momentos estressantes é essencial para que a gente consiga lidar minimamente com a correria e as constantes preocupações do cotidiano.
Saber e praticar o autocontrole pode ser uma ótima ferramenta para você lidar com momentos difíceis. Pode até parecer meio clichê falar sobre a importância que isso tem, mas a verdade é que diversos fatores internos e externos podem comprometer o seu ambiente de trabalho, e é importante que não deixe eles interferirem na sua produtividade.
Se, por algum motivo, deixamos de exercer o autocontrole durante o nosso cotidiano, apesar de parecer meio óbvio, é preciso pensar que isso pode prejudicar a visão que as outras pessoas têm de nós. E, para que isso não aconteça, você precisa encontrar caminhos e, até mesmo, pequenas soluções que vão te tirar deste momento de raiva ou de extrema pressão.
Perceber o que te tira o controle e o que te ajuda a manter ele é um trabalho de todo dia.
É aquela mudança que você deve fazer um pouquinho de cada vez para que, no final, tenha o resultado desejado!
Adaptabilidade e flexibilidade

Escrito por Daniela Santos
Desenvolver uma válvula de escape e saber o que é capaz de nos tirar de momentos estressantes é essencial para que a gente consiga lidar minimamente com a correria e as constantes preocupações do cotidiano.
Tão importante quanto saber o que te ajuda a sair de uma zona de estresse, é ser adaptável e flexível para lidar com as mais diversas situações possíveis. E é sobre isso que falaremos hoje.
Uma pessoa que está constantemente disposta a aceitar mudanças, sejam elas positivas ou negativas, e que é flexível para lidar com a diversidade no ambiente de trabalho, é um profissional que já tem um certo destaque, uma vez que seus líderes sabem que podem contar com ele, independente da situação.
Por mais organizados que nós sejamos, as mudanças podem ocorrer a qualquer momento, e muitas vezes sem um aviso prévio, portanto saber lidar com elas de uma maneira positiva é essencial.
A maneira como encaramos as mudanças diz muito sobre nós.
Se não formos flexíveis para aceitar da melhor maneira possível, isso acaba tornando o processo mais difícil. Pois iremos olhar de forma defensiva, como se fosse algum tipo de ameaça, quando na verdade deveríamos olhar como uma oportunidade.