8 passos para cumprir suas metas com eficiência

1. Escreva suas metas

Sim, esta é uma etapa importante e é onde tudo começa, para que se torne mais fácil se planejar e atingir de maneira efetiva os seus objetivos.

Mas lembre-se, este é apenas o primeiro passo para fazer acontecer. Não deixe que suas metas caiam no esquecimento, nem que fiquem apenas no papel.

 

2. Encontre sua real motivação

Toda meta possui uma razão por trás, a qual pode-se denominar “combustível emocional”. A importância disso é que, quanto mais alinhadas suas metas estiverem de seus reais desejos, maior será a sua motivação para atingi-las.

Do contrário, é possível que você perca o seu propósito, o que torna fácil perder o foco na sua conquista.

 

3. Centralize as tarefas em você

Não escreva tarefas que não dependam de você. Repita isso. Até mesmo porque, se não depende de você, não está sob seu controle, então, como você vai atingir? Tudo isso não apenas tem que, mas deve se tornar um compromisso seu para consigo mesmo.

O que você pode fazer agora? Faça o que tem que ser feito e que dependa de você!

 

4. Coloque prazos

Realizar é mais fácil quando se tem controle, principalmente do tempo que cada tarefa irá levar. Atente-se à temporalidade. Para que as tarefas aconteçam conforme o esperado, você precisa estipular prazos, claro, que você consiga cumprir. Isso evita que possíveis imprevistos atrapalhem o progresso.

Traga isso para sua rotina: comprometimento e controle.

 

5. Assuma tarefas reais

Muitas vezes, você se frustra por não conseguir cumprir a maioria das metas que escreve no papel, certo? Isso acontece porque existe o costume de assumir tarefas com maior grau de complexidade, sem pensar no real processo para que sejam concretizadas.

Não é errado desejar resultados incríveis, mas vale lembrar que isso leva tempo e exige dedicação.

 

6. Faça o acompanhamento

Depois que tudo está encaminhado, é comum pensar que se pode “largar a mão”, mas é exatamente neste momento que, por muitas vezes, as metas se perdem. Também faz parte da rotina dar atenção ao desenvolvimento e a como está evoluindo aquilo que você se propôs a fazer. Acompanhar suas metas permite promover mudanças necessárias.

Isso é um processo que dia a dia faz com que você ganhe eficiência, ou seja, cada vez fica mais fácil.

 

7. Separe as tarefas

Pratique a compartimentalização. Assim como no passo 5, assume-se que tarefas complexas exigem maior esforço. E uma boa solução para isso é segmentá-las em tarefas menores, que demandem menos tempo e façam com que você saia da inércia, porque, a partir daí, o restante vai fluir com muito mais facilidade.

É um ponto positivo para sua rotina, para suas tarefas, para o seu sucesso e para os seus objetivos.

 

8. Comemore!

Sim. Na maior parte das vezes, ao chegar no lugar esperado, aquela real motivação citada no início destes passos é esquecida. Comemorar todo e qualquer tipo de conquista é dizer sim para o seu sucesso. E isto não somente pela satisfação de concluir uma tarefa, mas, ao comemorar, existem hormônios que são liberados e que, ao serem colocados em circulação, te deixam mais feliz e menos sobrecarregado.

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Os 12 princípios para um crescimento exponencial eficiente

Existe um conjunto de 12 princípios que podem se tornar o norte daqueles que buscam favorecer o desenvolvimento de uma startup, assessorando no planejamento de estratégias para assegurar o sucesso do caminho traçado. Conheça e entenda sobre eles abaixo.

 

Princípio 1

A velocidade do desenvolvimento de uma empresa vem aumentando conforme a ciência do crescimento é dominada a cada ano. É cada vez mais amplo o leque de startups conseguem triplicar sua receita nos dois primeiros anos e duplicar nos três anos seguintes (T2D3). Hoje, essa é uma meta possível de ser traçada e atingida.

 

Princípio 2

Para conquistar essa velocidade no crescimento, é preciso investimento, estudo e planejamento.

 

Princípio 3

É necessário entender a importância em distribuir foco e recurso de maneira adequada. A produção de uma peça de qualidade compõe apenas uma parte do processo e o lucro depende de inúmeras variantes, a principal sendo a resposta do consumidor. É preciso analisar e investir corretamente nas etapas existentes entre produção, divulgação, atendimento e venda.

 

Princípio 4

Encontre um grupo inicial para se concentrar. Determine um nicho, domine-o e a partir daí estude um crescimento sequencial.

 

Princípio 5

Quanto mais específico e focado o primeiro nicho, maior a competência nas áreas de produto, venda e atendimento. Deve ser resumido em: 1 persona, 1 produto, 1 canal de venda e 1 fonte de lead.

 

Princípio 6

A maior parte da energia da empresa deve estar voltada para o aperfeiçoamento do foco presente, sem deixar de visar os próximos passos.

 

Princípio 7

Tenha uma base sólida de leads (geração de oportunidade). Quando se acumula inúmeros canais e fontes de leads, o enfoque fica disperso e se torna difícil encontrar o canal certo que vai, de fato, impulsionar a empresa.

Princípio 8

A melhor forma de medir foco e qualidade do nicho inicial é o ticket médio. Ele define o sortimento ideal de mercadorias ou funcionalidades, o que define o modal de vendas que, por sua vez, auxilia na definição da integração de talentos para compor a empresa.

 

Princípio 9

Existem 4 modais (no-touch; low-touch; high-touch; other-people-touch) e as empresas devem empregar apenas um por estágio de crescimento – salvo os casos de plataforma, onde atendem mais de um mercado e precisam de dois modais funcionando ao mesmo tempo.

 

Princípio 10

A produtividade de cada indivíduo faz a diferença. O crescimento acontece com a força da produtividade determinada de todos que somam a equipe de uma startup. Ela está ligada a eficiência de toda máquina de vendas.

 

Princípio 11

Tendo obtido êxito no nicho inicial, inicia-se o processo de conquistas adjacentes por acréscimo, para crescimento sequencial.

 

Princípio 12

Esses princípios são aplicados nos principais modelos de negócios que são usados por empresas.

   

É preciso abrir a mente e ampliar seu campo de visão quando se deseja garantir bons resultados e ir longe.

Quando Arquimedes disse: “Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e sozinho levantarei o mundo”, ele pavimentou um caminho de coragem para aqueles que estão dispostos.

Pense macro!

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A relação entre conceitos e aplicabilidades

Cada vez mais estamos buscando formas de acelerar esses processos de forma objetiva e eficaz em todas as áreas possíveis da vida.

Por que existe esse desejo pelo crescimento? De onde ele surge? Quando você reflete sobre essas questões, o pensamento é voltado para o desenvolvimento pessoal e individual. É a conclusão lógica inicial, mas o que acontece quando utilizamos esse mesmo desejo em outros campos, adequando essa perspectiva a novas possibilidades?

Uma das invenções de Arquimedes de Siracusa – a alavanca – é capaz de servir como ponto de partida para o entendimento de uma ideia com poder de aplicabilidade muito maior, demonstrando exatamente como é viável realocar o conceito de desenvolvimento/crescimento.

Você deve estar se perguntando o que uma alavanca poderia fazer por você além do óbvio e qual outro sentido ela teria fora de seu propósito original. Na física, a alavanca serve para intensificar a força sobre outro objeto. Quando dizemos que alavancamos algo, queremos dizer que ele foi impulsionado.

Ele progrediu. 

 

O início desse artigo fala, justamente, sobre nossa demanda por progressão. Olhando para o quadro como um todo, entende-se como essa ideia pode auxiliar na possibilidade de crescimento eficiente. Do ponto de vista empresarial econômico, por exemplo, um elemento que contribua para o aumento significativo na renda recorrente anual (como um crescimento T2D3) pode garantir o processo de alavancagem de uma empresa.

Existe um conjunto de 12 princípios que podem se tornar o norte daqueles que buscam favorecer o desenvolvimento de uma startup, assessorando no planejamento de estratégias para assegurar o sucesso do caminho traçado.

 

Conheça e entenda sobre eles no próximo artigo.

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Por que mapeamos o Perfil Comportamental do nosso time?

Como tudo à nossa volta, o universo corporativo recebeu mudanças significativas em sua esfera. Por esse motivo, houve a necessidade de se reconfigurar, buscando se adequar aos novos desafios apresentados, utilizando e desenvolvendo novas estratégias de organização e gestão tanto para a empresa, como para seus colaboradores.

Para garantir um lugar de destaque nessa nova ordem mundial, as empresas têm investido cada vez mais em pessoas, passando então a trabalhar em projetos que apresentam não somente o conhecimento técnico necessário, mas também pensando de forma estratégica nas competências comportamentais que cada funcionário apresenta para aplicá-las na prática.

 

Introduzida pelo psicólogo William Marston em 1928 no seu livro “Emotions of Normal People”, a Metodologia DISC de Análise de Perfil Comportamental – criada para avaliar e medir o comportamento das pessoas – tem sido utilizada no mundo todo. Desenvolvida a partir da pesquisa realizada por Marston que, em conjunto com exército americano, buscou entender o motivo pelo qual os soldados realizavam a mesma ordem recebida dos superiores de maneiras completamente diferentes.

Assim como os Gregos Hipócrates e Carl Jung, Marston divide as características comportamentais em quatro grandes perfis. São eles: Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade, que iremos chamar aqui de Executor, Comunicador, Planejador e Analista respectivamente. Contudo, diferente dos outros, Marston percebeu que as pessoas apresentam características dos quatro perfis, podendo expressar assim um ou mais perfis, ou até mesmo mudar com o passar do tempo.

 

Cada perfil tem sua maneira de perceber o mundo a sua volta. Quando falamos de um perfil executor, percebemos características de proatividade, tendo o meio como um ambiente hostil e antagônico, focando dessa forma muito mais na execução do que nas pessoas. Já o perfil comunicador tem o meio a seu favor, também apresentando características de proatividade, focando principalmente na construção de relacionamentos com as pessoas à sua volta. O perfil do planejador tem características mais serenas, e percebe o meio como algo favorável, ou seja, o planejador ama estar com as pessoas, mas ele prefere que tudo esteja organizado e funcionando de acordo com o plano. O perfil analista tem características passivas, o que pode parecer até mesmo rude, mas essa não é bem a verdade, ele percebe o meio como um grande antagonista.

Considerando isso, há aqueles que são mais produtivos sob pressão e em conjunto com outras pessoas, enquanto outros preferem fazer tudo antecipadamente, de forma a planejar os mínimos detalhes e principalmente com paciência e cautela. Há pessoas que não entendem de imediato um feedback dado sem os devidos cuidados, enquanto outras conseguem digerir aquilo com muito mais facilidade. Sendo assim, para cada perfil comportamental encontrado no seu time, é preciso saber lidar da forma mais adequada para extrair o seu melhor, o seu máximo potencial.

 

O perfil comportamental estrutura uma parcela da personalidade de todo aquele que está diante de uma determinada situação. No meio corporativo, essa é a maneira de identificar, entender e perceber quais serão suas reações frente a cenários. É importante que a empresa realize o mapeamento dos perfis comportamentais de seus colaboradores, afinal de contas, estão lidando com pessoas e cada uma delas têm experiências de vida completamente divergentes. Essas experiências, muitas das vezes interferem significativamente na maneira que o trabalhador lida com suas atividades e com as demais situações, sejam elas positivas ou não.

A verdade é que diversos fatores podem influenciar na personalidade de alguém, e é exatamente por isso que é extremamente importante que todas essas diferenças sejam respeitadas em todas as áreas de nossas vidas, inclusive no meio profissional. A fim de que o equilíbrio e, principalmente, o respeito façam parte das trocas entre todos os profissionais de uma empresa.

 

Obrigada por ler até aqui. Até a próxima!

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Pequenos prazeres, criatividade e inteligência emocional

Escrito por Felipe Chaya

No dia 29 de julho de 2019, em entrevista ao Pedro Bial, o sociólogo Domenico de Masi explicou o que é o “ócio criativo”, nome do livro escrito por ele em 1995.

 

“O ócio criativo é a natureza do ser humano. O ser humano não foi feito para trabalhos cansativos, para trabalhos brutais ou entediantes. Ele foi feito para trabalhos criativos. Quando um trabalho é criativo, ele não é trabalho. E, quando alguém faz um trabalho criativo, não sabe se está trabalhando, se está estudando, se está se divertindo.”

 

Neste trecho, De Masi deixa clara a importância da presença da criatividade nas tarefas rotineiras, porém nos dias em que vivemos a sociedade apresenta constantes sinais de esgotamento físico e mental quase que diariamente.

Você, por exemplo, lendo este texto agora, está com o seu físico ou mental cansado? Provavelmente sim.

 

Antes de você pensar que este artigo tentará te estimular a tornar-se um artista, competir por um troféu publicitário ou qualquer coisa do gênero, saiba que não é sobre isso.

 

Todos nascemos criativos, mas com o passar do tempo perdemos esse potencial por nos tornarmos pessoas chatas, ranzinzas, críticos e céticos; experimente dar uma vassoura para uma criança de 3 anos e diga que é um cavalo, ela topará a brincadeira imediatamente, agora faça o mesmo com alguém mais velho, pois é, você já sabe o resultado.

 

Para que seja possível visitarmos esse campo criativo, local natural do ser humano, e desfrutarmos dos benefícios de equilibrar desafios e habilidades, é fundamental dar o primeiro passo para o autoconhecimento.

 

De acordo com Daniel Goleman, psicólogo e jornalista científico, autor do livro Inteligência Emocional, existem 5 pilares fundamentais para que qualquer pessoa possa dominar e evoluir no seu quociente emocional.

 

1. Autoconhecimento:

Conhecer as próprias emoções

2. Autocontrole:

Saber gerenciar as próprias emoções

3. Automotivação:

Habilidade de usar adequadamente as próprias emoções

4. Empatia:

Reconhecer entender as emoções dos outros

5. Interpessoalidade:

Manter boas relações sociais guiando as emoções dos outros

 

O objetivo deste artigo é o de te provocar apenas para o primeiro pilar, o autoconhecimento.

De 1 a 10, qual a nota você daria para o quanto se conhece?

 

O caminho para a felicidade, se é que podemos chamar assim, ou o caminho para que você quase não saiba a diferença entre trabalho, estudo e diversão, começa no autoconhecimento.

E não se cobre tanto caso a nota que tenha escolhido esteja abaixo de 5 – esta é uma estrada infinita e, uma vez que você decida percorrê-la, jamais chegará ao fim.

A evolução é constante, diária e quase imperceptível se olhar de perto.

 

É como escovar os dentes. Por que você escova todos os dias, pelo menos 3 três vezes ao dia, por um ou dois minutos? E se você resolvesse escovar a cada 3 meses, por 8 horas seguidas? Funcionaria? Não, né?

O autoconhecimento é como escovar os dentes, você não percebe os benefícios se olhar dia por dia, mas experimenta passar meses sem olhar para dentro.

 

Como já disse Heráclito, filósofo pré-socrático, há mais de 2.500 anos: “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois, na segunda vez, o rio já não é o mesmo, nem tão pouco o homem.”

Bom, e aí? Quando você vai parar para observar, contemplar e entrar no rio?

 

Foque na meta, mas aproveite o caminho tanto quanto irá comemorar quando chegar lá.

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A relação entre líderes e liderados

Escrito por Daniela Santos

Em diversos momentos já tratamos sobre o tema liderança aqui. Mas, desta vez, abordaremos o assunto com uma perspectiva diferente.

 

Você sabe quais ações práticas pode fazer para se tornar um líder melhor? Estudos recentes sobre o assunto mostram que a relação entre líder e liderados tem sido o grande foco de discussões e pesquisas.

 

Se tornar um bom gestor não é algo que vai acontecer da noite para o dia. Existe todo um processo que cada um de nós precisa passar para chegar lá, porque, infelizmente, ainda não inventaram uma fórmula mágica que devemos seguir, mas existem dicas e exercícios que você pode praticar.

 

Você, como um líder, costuma ter as seguintes práticas?

  • Alimenta o espírito de equipe?
  • Cria flexibilidade?
  • Empodera os colaboradores, para que se sintam participantes de tudo o que acontece no ambiente organizacional?
 

E, como líder, percebe essas situações entre seus liderados:

  • Os membros da equipe se preocupam uns com os outros?
  • Eles se estimulam intelectualmente de forma mútua?
  • Eles se inspiram uns aos outros?
  • Eles se identificam com os objetivos do time como um todo?
  • Apresentam alta performance?
 

Esses são alguns aspectos que podem te ajudar pensar sobre a sua relação com os seus liderados.

Mas não fique preso a essas dicas, as práticas do seu dia a dia vão te tornar um líder cada vez melhor!

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Como anda a sua escuta ativa?

Escrito por Daniela Santos

Desde o início da pandemia, diversas habilidades e hábitos tiveram que ser mudados – muitas vezes não por um querer pessoal, mas por necessidade de se adaptar. Não tenho dúvidas de que você notou diferenças nas atividades que fazia antes de passarmos por esse momento atípico. E enquanto tudo isso acontece, como anda a sua escuta ativa?

 

Escuta ativa é a capacidade que você tem de realizar uma ação, baseado no que está ouvindo da outra pessoa. Pode parecer uma pergunta boba, ma

Você sabe qual a diferença entre ouvir e escutar?

Quando estamos ouvindo algo, estamos, na verdade, utilizando nossas habilidades sensoriais. No entanto, ao escutarmos algo lidamos com a nossa capacidade de interpretar o que foi dito e trazer um significado.

 

Com o isolamento imposto pela pandemia, tivemos que deixar de lado interações físicas com as pessoas em momentos do dia a dia, o que pode, de alguma forma, ter afetado nossa habilidade de ouvir o que as demais pessoas falam com a devida atenção, sem ter uma resposta automática para dar, ou sem a necessidade de interrompê-las.

 

Trabalhar a escuta ativa é um exercício que deve ser feito diariamente. E não existe fórmula mágica para se tornar um bom ouvinte: é se atentar para colocar sempre em prática!

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Geração de ideias e habilidades de raciocínio

Escrito por Daniela Santos

Anteriormente, mencionamos como solucionar problemas através da geração de ideias e de habilidades ligadas ao raciocínio. Neste texto, explicaremos como suas habilidades quantitativas podem ser úteis em um momento de conflito durante seu dia a dia.

 

É necessário lembrar que, quando você utiliza técnicas que envolvem aplicações matemáticas, seus dados tendem a ser mais objetivos e diretos, o que faz com que seu resultado seja traduzido em números que também serão interpretados para se tornar uma ação que ocorra na prática.

É muito difícil dizer que, utilizar as habilidades quantitativas, ou fazer um brainstorming em conjunto com ações das habilidades de raciocínio, são o melhor caminho para solucionar problemas. Ambos os métodos são válidos e cada caso é um caso, mas é importante lembrar que elas podem ser realizadas tanto em conjunto, como separadas.

 

É essencial que você, como profissional, muito mais do que saiba identificar a melhor técnica para resolver os problemas que acontecem em seu cotidiano, também saiba avaliar qual delas é a melhor para ser implementada para que, assim, os conflitos sejam bem solucionados no final.

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Geração de ideias e habilidades de raciocínio

Escrito por Daniela Santos

Seria muito bom se todos os nossos problemas se resolvessem de maneira rápida e com quase nenhum esforço, não é? No entanto, quando estamos na correria do cotidiano, muitas vezes, demoramos para chegar em soluções para os contratempos que nos são apresentados.

 

Pode até parecer besteira, mas uma boa maneira de começar a resolver seu problema é, justamente, compartilhá-lo com alguém de sua equipe. Assim, vocês conseguem ter uma espécie de brainstorm sobre como a questão poderia ser resolvida.

Certamente, em um momento de leve descontração, surgiriam ideias não tão úteis. Mas, a chance de aparecerem, também, ideias boas é alta. E, muitas vezes, ao explorar estes dois caminhos, você acaba chegando na solução.

 

É interessante notar que, aqui, você está utilizando dados textuais e subjetivos, além de suas habilidades de raciocínio, para chegar na solução do seu problema.

Mas esta não é a única maneira! Existem também habilidades quantitativas, das quais falaremos na próxima vez que conversarmos.

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Tolerância ao estresse

Escrito por Daniela Santos

Quantas vezes durante a sua vida profissional você não disse a seguinte frase “Nossa, que dia estressante”? Provavelmente muitas, não é mesmo?

Temos certeza que, ao longo do percurso, sem perceber, você desenvolveu técnicas que ajudam a lidar com os picos extremos de estresse.

 

Levando em consideração o autocontrole, entender a melhor maneira de tolerar o estresse é importante porque, nas situações em que ele te leva ao extremo, ao invés de você ter uma reação agressiva ou de raiva, ele traz sintomas que podem te levar a um colapso nervoso, também conhecido no mundo empresarial como “Burnout”.

 

É fato que, com a imprevisibilidade da vida, muitas vezes, não conseguimos antecipar as mais variadas situações, muito menos aquelas que nos colocam em picos altos de estresse. Mas, sempre que possível, seria ideal tentar evitar estes momentos.

Também é importante levar em consideração que, às vezes, apenas tentar evitar o estresse não basta.

É necessário entender o momento que você está, respeitando o seu corpo e mente e, caso seja preciso, procurar ajuda de um profissional.

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