A sorte segue a coragem.

“Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores para fazer melhor ainda!”

A frase acima foi dita pelo filósofo Mário Sérgio Cortella e ela diz muito sobre as dinâmicas vividas dentro não só das empresas, mas das famílias ou qualquer outro círculo social em que vivemos.

Já parou para pensar no peso da palavra medíocre? De fato é uma palavra pesada, porém ela significa somente que algo está na média, que é comum.

Estranho que, ao mesmo tempo em que ninguém gosta de ser considerado medíocre, muitos seguem fazendo somente o possível ou aquilo que está facilmente ao seu alcance. E, infelizmente, esse é um comportamento natural do cérebro humano: procrastinar. Fomos programados para gastar o mínimo de energia possível dentro dos limites da sobrevivência. Entretanto, esta programação servia para que nossos ancestrais, na época das cavernas, pudessem sobreviver mantendo a sua subsistência.

Até aqui concordamos que medíocre não é um adjetivo que queremos ter associados à nossa pessoa. Que bom, isso significa que buscaremos fazer sempre o melhor, nas condições que temos, enquanto não temos condições melhores para fazer melhor ainda – foi isso que disse o Cortella no início deste texto, certo?

Num mundo perfeito, tudo o que está escrito acima seria realidade. Mas, infelizmente, não é isso que acontece. No mundo real, vivemos um surto de terceirização de culpa, e isso deve-se ao fato de ninguém querer carregar o título de “medíocre”.

Existem alguns culpados clássicos e posso dizer que, além de serem grandes conhecidos nossos, possuem nomes próprios.

Normalmente, culpamos a crise, seja ela qual for, interna ou externa; culpamos o dólar, seja por estar muito caro ou muito barato; o governo também costuma liderar essas listas, seja o nosso ou de outro país, de direita, esquerda, de cima ou de baixo, o governo sempre aparece; uma famosa que anda um pouco em baixa ultimamente é a inflação, essa já corroeu estruturas gigantes.

Existem outros culpados menos comuns, mas sempre constantes como as taxas, colegas de trabalho, trânsito, frio, calor, dor… A lista é muito grande.

Nas horas vagas, eu faço triathlon, nado, pedalo e corro. O grande sonho de quase todos os triatletas é realizar um Ironman, uma prova duríssima, em que você compete, principalmente, com sua mente e seu corpo. Uma verdadeira batalha interna, claro, se você for um simples mortal como eu, pois existem os atletas de elite que competem com outros atletas de elite, e a briga lá é pelo podium.

No meio do triathlon é muito comum a terceirização da culpa pela falta de performance, mas muito comum mesmo.

Desculpas clássicas: “não fui bem por conta do vento”, “o mar estava agitado”, “meu pneu furou”, “a organização errou”, “o nutricionista não acertou minha suplementação”, “aquele cara foi sacana”, “meu relógio ficou sem bateria”. Mais uma vez, a lista é muito grande.

Ora, para realizar uma prova em que você deve nadar 3.800 metros, pedalar 180km e correr 42km, tudo no mesmo dia e em sequência, o mais necessário é uma preparação para driblar qualquer uma dessas adversidades e seguir com o plano, sem terceirizar a culpa caso algo não saia dentro do planejado.

O mesmo acontece em nossas empresas. “Não atingi a meta por culpa do cliente”, “a empresa errou no cálculo”, “o produto não é bom”, “o concorrente lançou algo melhor”. Novamente, lista grande.

Em que momento você normalmente assume a culpa por algo? Quando você levanta a mão e diz “desculpa time, a culpa foi minha”?

Caso esteja pensando que isso poderá te tornar medíocre, seu pensamento está errado. Assumir a culpa é o ápice de assumir a responsabilidade por algo e isso é verdadeiramente algo muito inspirador para um time.

Quando foi que você se entregou verdadeiramente em um treinamento que a empresa ofereceu e tentou absorver todo o conteúdo para se tornar um profissional e uma pessoa melhor?  Quando foi que você se interessou em estudar profundamente sobre algo – um concorrente, um mercado – e trouxe esses dados para uma mesa de reunião?

Pois é. Infelizmente, esses não são os comportamentos mais comuns que observamos por aí. Culpa da procrastinação instalada em nossos cérebros? Talvez seja. Mas você sempre terá a opção de se dedicar mais e, naturalmente, apresentar um resultado melhor.

Você está fazendo o melhor ou o possível?

A sorte segue a coragem.

 

Um forte abraço!

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Você escuta para responder ou para compreender?

Escrito por Gilberto Abuhassan

Recentemente, vi um post com a frase deste título e isso, inclusive, me levou a gravar um vídeo para falar sobre escuta ativa, um tema que tratamos bastante aqui dentro da Aceleração – e que faz parte dos nossos módulos de treinamento.

 

Atualmente, num cenário onde estamos expostos a uma enxurrada de informações e frequentemente nos deparamos com a necessidade de expormos nossas opiniões sobre elas, seja por falta de tempo para absorção e reflexão, seja por posicionamento, acabamos escutando apenas para responder, ao invés de escutar para compreender e expandir os pensamentos. Cada vez mais, há menos tempo para tomadas de decisões, independentemente de quais sejam elas, e esta falta de compreensão ou abertura para outros pontos de vista faz com que, por muitas vezes, achemos que nossas opiniões são verdades absolutas. E isso, a longo prazo, tende a ser prejudicial para nossa vida pessoal e profissional.

 

Há um tempo fiz um curso de facilitação, onde, por meio de um simples exercício de escuta ativa, mudei completamente a maneira como eu inicio e interajo em qualquer tipo de conversa.

Uma atividade onde eu tinha que passar quatro minutos escutando a história de outra pessoa, sem fazer qualquer tipo de interferência, apenas estando presente e com atenção plena àquela fala. Percebi que eu só tenho a ganhar quando me predisponho a receber uma mensagem por completo e deixo com que o outro exponha todas as suas ideias, eu gostando delas ou não.

Isso me permite absorver informações extremamente relevantes, inclusive para que eu possa me colocar depois de maneira mais assertiva, como por exemplo: qual é a história que a pessoa carrega para formar aquela opinião, quais são as suas referências, qual é a intenção dela com esse pensamento e até qual é o perfil comportamental daquela pessoa, por muitas vezes. Enfim, me permite ter uma visão mais ampla aumentando as possibilidades de criar uma conexão e ter uma conversa mais fluida com o outro lado.

 

A partir do momento em que você facilita esse processo de conexão e empatia, passa a ser mais observador e compreensivo, é natural que você passe a ter maior sucesso em momentos decisivos, pois essa competência que faz parte de uma visão sistêmica ainda é pouco trabalhada pela maioria e te destaca diante de cenários deste tipo.

 

Isso me permitiu entender que todos nós temos algo de interessante e todos nós temos a contribuir com o outro.

Quando eu me abro para as diferentes opiniões, independentemente de quais sejam elas, eu busco sempre encontrar um ponto positivo e muitas vezes encontro vários, porque isso aumenta meu repertório e fortalece as minhas ideias.

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Saudades do Treinamento Presencial? Não!

São 06:30 da manhã, seu despertador toca, você aperta o botão soneca para ganhar mais 10 minutinhos que mais pareceram 10 segundos. Você precisa levantar, afinal, já combinou com seu colega de irem juntos para mais um treinamento que a sua empresa está oferecendo.

Você chega na casa dele, ele ainda não desceu e o motorista do aplicativo fica um pouco impaciente. Finalmente, ele entra no carro com alguma desculpa esfarrapada e vocês seguem a viagem.

O trânsito está intenso, e o medo que vocês têm é o de ter que entrar após o início da apresentação e passar pelo constrangimento de que todos saberão que você resolveu dormir um pouquinho a mais.

Apesar dos perrengues, você consegue chegar no horário, passa pelo credenciamento, recebe o crachá com o seu nome e, finalmente, te encaminham para a sala, onde passará o dia todo, mas com alguns intervalos em que poderá desfrutar das delícias do coffee break e colocar a sua dieta da semana à prova.

Esses momentos descritos acima fazem – ou faziam – parte dos clássicos treinamentos e desenvolvimentos de equipes corporativas e, hoje, devido às circunstâncias globais já sabidas por todos, não deverão acontecer por muito tempo.

A grande maioria das equipes de treinamento e desenvolvimento de inúmeras empresas com quem conversei nestes últimos 4 meses relataram desafios muito parecidos, entre eles: como engajar a equipe remotamente, como adaptar os colaboradores aos encontros digitais e, por fim, como criar uma experiência parecida com os treinamentos físicos.

Eu posso dizer com muita segurança que nenhuma empresa deveria sentir saudade dos encontros presenciais, e vou explicar alguns motivos para isso. Se eu acredito que nunca mais deveremos ter eventos presenciais? Não, eles precisarão acontecer mais do que nunca, porém de maneiras diferentes, mas eu falarei disso em outro artigo.

Voltando aos encontros digitais, vamos aos seus pontos positivos e como que nós aqui na Aceleração de Vendas estamos trabalhando com isso.

Logo de cara, podemos excluir todos os problemas que descrevi nos primeiros parágrafos. A partir de agora, cada colaborador poderá participar diretamente do conforto do seu lar, escolhendo onde ficará sentado, o que irá tomar, que roupa usar… Ou seja, menos coisas para se preocupar.

Os encontros digitais se tratam muito menos das plataformas tecnológicas utilizadas e muito mais sobre a experiência oferecida para cada um dos treinandos. Por exemplo, como é a participação de um aluno em um evento presencial? Ele tem que levantar a mão, aguardar o microfone chegar, quebrar a barreira da timidez para falar em público, se apresentar e por aí vai. Já nos digitais, o treinador sabe o nome de todos os participantes desde o início, pode ler os comentários pelo chat da ferramenta, chamar quem ele quiser pelo nome ao observar uma reação e cada treinando pode acionar o seu microfone instantaneamente.

A participação é muito mais rica, construtiva e colaborativa nos eventos digitais, isso é um fato inegável. Vamos analisar as clássicas atividades em grupo, ou role plays. Tem que parar tudo, todos levantam, arrastam as mesas, as cadeiras e, em alguns casos, ainda ficam em uma posição desconfortável.

Todos esses problemas, agora, são resolvidos com um simples botão, que ao ser selecionado imediatamente direciona cada participante para a sua sala correta. E se alguém estiver com dúvidas, basta apertar outro botão para que o treinador entre nesta sala e esclareça as dúvidas.

O que temos observado por meio de feedbacks, tanto de nossos clientes como dos treinandos diretamente, é que as experiências e a transmissão do conhecimento está fluindo naturalmente com um engajamento muito maior do que acontecia nos eventos presenciais.

Em um dos treinamento em que eu estava participando, fiz uma brincadeira e apareceu uma interação com um aluno que sabia fazer uma imitação de um famoso apresentador. A partir daí, ele entrou na brincadeira e conduzimos todo o curso de uma forma ainda mais irreverente, tanto que no final do módulo aconteceu algo inédito, as pessoas não queriam sair da sala digital, estavam engajadas, participando e rindo. Quando que em um evento físico poderíamos ter uma experiência como essa?

Um dos maiores pilares educacionais da Aceleração de Vendas é tornar nossos alunos os protagonistas de suas ações. E isso nunca aconteceu de forma tão simples e natural.

A partir de agora, devemos considerar que o conceito de Transformação Digital faz parte de um recente passado, que deu espaço para o que estou chamando de Comportamento Digital. Ou seja, como todos nós devemos viver nossas rotinas neste novo mundo conectado, digital e interativo?

Se você ainda não sabe responder a esta pergunta, talvez possa pressionar o seu botão soneca, mas cuidado para que não se passem 10 anos e você ache que foram somente 10 dias.

 

Felipe Chaya

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O treinamento remoto é melhor que o presencial

Treinamentos Remotos, programas de domingo, streamings e engajamento. Qual a relação?

E se os treinamentos remotos fossem tão interessantes quanto os serviços de streamings como Netflix, Amazon Prime, HBO Go ou qualquer outro canal digno de séries para maratonar?

Pois é, nesta última semana tivemos a oportunidade de aplicar alguns treinamentos remotos, somando mais de 500 pessoas treinadas em diferentes temas. No briefing de alinhamento com nossos clientes havia uma preocupação, muito pertinente por sinal, da parte deles sobre o engajamento e aproveitamento das turmas, ou seja, como poderíamos garantir que esses treinamentos não seriam “mais do mesmo” e assegurarmos que traríamos a experiência do digital o mais próximo possível do presencial?

Tanto o nosso cliente como nós já tínhamos aplicado treinamento recentemente, eles em um formato mais tradicional de ensino à distância e nós com nossa metodologia focada no treinando e utilizando a tecnologia a favor de uma nova experiência de ensino aprendizagem, com o objetivo de garantir a transferência de conhecimento e conseguir depoimentos como estes abaixo:

“Foi ótimo, não vi a hora passar! Simone M.

 “Bem dinâmico e interativo. Excelente!” Alexandre J.

“Gostei muito do treinamento, bem dinâmico coloca os participantes para interagir o tempo todo.” Cleide S.

Por que as pessoas passam horas e mais horas maratonando séries na Netflix? Ou então por que passamos quase que o domingo todo “pregados” em programas de TV com gincanas de homens contra mulheres, pegadinhas ou vídeo cassetadas? Outro fenômeno interessante é o de quando passamos um bom tempo rolando as nossas telas, navegando nas redes sociais e nem vemos o tempo passar.

Aliás “não vi a hora passar” é uma expressão que traduz bem o conceito de atenção plena, mais conhecido atualmente como Mindfulness e que designa um estado mental caracterizado pelo esforço de manter a atenção no presente, numa atitude aberta, de curiosidade, ampla e tolerante a fim de intencionalmente estar imerso e pleno no momento presente. Falei sobre esse tema de maneira mais profunda em um artigo chamado “Retiros religiosos e convenções empresariais. Qual a relação?” (clique aqui para ler). Nele citamos que mindfulness nada mais é do que algo criado por alguns cientistas há cerca de 30 anos para descrever uma releitura corporativa do que os budistas já praticam tem cerca de 2.500 anos em suas meditações.

Atenção plena é portanto a chave para o sucesso em treinamentos corporativos. Não é de hoje que prender a atenção de executivos é um desafio. Segundo uma pesquisa sobre o tema a falta de engajamento e até mesmo a não presença em treinamentos é um grande agravante.

Pergunto então:

– Será que são as tecnologias atuais e o distanciamento social recente que criou a dificuldade de treinar equipes? Ou isso já acontecia?

– Você acredita mesmo que era uma sala fechada na empresa ou em algum hotel que garantia a atenção plena, diante de tanta distração na palma de nossas mãos?

O problema não está no distanciamento social ou na tecnologia, mas sim na desinteressante forma com que os conteúdos são transferidos, sem mencionar a relevância deles, que em sua maioria passam longe da aplicabilidade prática e se apoiam em teorias pouco engajadoras, pois acabam sendo apresentados para uma nação, infelizmente, com pouco repertório ou densidade cultural sobre estudos, dificultando a compreensão do todo.

Quero ressaltar um fator muito importante: a atenção plena não depende somente do programa que está sendo apresentado, é claro que um conteúdo relevante e aplicável, uma boa condução e principalmente uma mecânica interativa com os treinandos ajuda muito, mas ainda assim o desenvolvimento é responsabilidade de cada um. Sem uma boa dose de interesse e respeito a célebre frase de Sócrates, “Só sei que nada sei”, não existe atenção plena.

Alguns podem dizer: “…mas Scharra, na situação que estamos vivendo temos familiares, pets e as distrações de uma casa, como então garantir meu aprendizado?”, porém a pergunta que faria seria: onde estão todas estas distrações quando se assiste Netflix?

Por fim não ignoro as características que o ambiente doméstico possui e os desafios do home office quando o time de treinamento e desenvolvimento precisa, de fato, treinar e desenvolver a sua equipe, porém todos esses pontos críticos já faziam parte da pauta de T&D muito antes do distanciamento social ou da “oficialização” do home office. Para contornar todas essas intempéries desenvolvemos algumas soluções aqui na Aceleração de Vendas, todas já validadas em nossos treinamentos e que nos garantiram um NPS acima de 7.

Deixo então abaixo algumas sugestões que tem nos ajudado a garantir a transferência de conhecimento e o engajamento dos nossos treinandos.

Treinando como Protagonista – Colocar os treinandos como protagonistas da aprendizagem, utilizando suas experiências pregressas como uma grande base de dados de conhecimentos acumulados sobre os temas a serem discutidos.

Colaboração = Cola + Labor + Ação – Incentive a colaboração e participação. Se possível crie grupos de regiões diversas para discussões dos temas, isso enriquece o treinamento e proporciona o contato com pessoas que muitas vezes têm pouca interação no dia a dia.

Aquecimento – Ao realizar o treinamento não deixe de promover o aquecimento, construa um ambiente e um momento de atenção plena, relembre coisas “óbvias” como ter papel e caneta para fazer anotações e separar um lugar confortável com uma garrafa de água. Por mais que seja óbvio, o objetivo é criar uma sintonia com a plateia.

Depoimentos – Inicie com depoimentos dos treinandos para que eles possam participar.

Câmeras abertas – Peça que todos estejam com suas câmeras ligadas, isso demonstra respeito ao treinador e permite uma percepção melhor para aquele que está apresentando o treinamento. Tem sido muito rico fazer perguntas e pedir que as pessoas interajam com “joinha na câmera”, isso mantém as pessoas conectadas e permite um feedback rápido a quem está facilitando o treinamento.

Sala de Aula invertida – Já conhecido de muitos, na minha opinião esta é a maior fonte de aprendizado para turma. É um momento em que os treinandos devem contribuir com o que absorveram de conteúdo sobre o tema.

Tecnologia como aliada – Antigamente para fazer um role playing (simulações de atividades) você precisava parar o treinamento para reorganizar toda a disposição de mesas e cadeiras causando uma interrupção no processo de ensino-aprendizagem. Hoje com um click você mistura de maneira aleatória ou não, todo seu time, em qualquer lugar do planeta, permitindo a troca de conhecimento em diferentes cenários, o que amplia, e muito, a inovação que tem como base a colaboração e a diversidade.

Trabalho de Conclusão de Curso – Por menor que seja o tempo de treinamento, em todas as nossas intervenções saímos com ricos outputs gerados pelos treinando, garantindo um rico material para avaliação do grau de absorção de aprendizado da turma e dos gaps de ensino-aprendizagem. Sempre que possível faça de maneira colaborativa, ou seja, em times.

Evidências de aprendizagem e engajamento – Abuse das evidências que o ambiente digital proporciona. Temos tido muito sucesso no mapeamento de aprendizagem intra-módulo. Conseguimos por meio de resultados e evidências, garantir que o aprendizado aconteceu durante o módulo

Gamificação – Jogos são as bases dos programas de domingo, abuse destas interações e crie recompensas. Trabalhe a fisiologia dos treinandos por meio dos hormônios (dopamina, serotonina, endorfina) de maneira certa para garantir, e muito, a interação, participação e aprendizado.

Tempo dos treinamentos – Antigamente utilizavam-se 8 horas contínuas de janela de treinamento. No formato digital acredito que para treinamentos mais profundos o tempo deva ser somente entre duas ou três horas para manter o engajamento. Para jornadas mais longas utilize treinamentos divididos em outros mais curtos e mais constantes, eles podem ser bem mais efetivos.

Estes 11 pontos acima são alguns dos aspectos que tem feito com que os nossos treinamentos gerem  excelentes resultados e grande satisfação dos clientes e treinandos.

Veja abaixo alguns dos temas que temos trazido de maneira inovadora a grandes empresas, empoderando significativamente seus times.

Aplicamos cada módulo em treinamentos de 2 a 8 horas por tema, de maneira remota, escalável e com evidências de aprendizado e engajamento. Outro formato comum é aplicar estes módulos em uma jornada de conhecimento que percorre todos os temas de maneira encadeada e orientada.

– Transformação Digital – Fazemos um assessment em todos os treinandos, mapeando seu grau de digitalização. Em seguida proporcionamos uma quebra de paradigmas em relação à digitalização do nosso mundo atual. Falamos de relevância, disponibilidade e vulnerabilidade como elementos essenciais da construção da confiança digital entre pessoas.

– Personal Branding – O Marketing atualmente não é uma exclusividade de um departamento e sim responsabilidade de todos os colaboradores da empresa. Como construir sua imagem nas redes sociais é algo que irá colocar os colaboradores sob uma ótica diferenciada perante seus clientes.

– Social Selling – Vender utilizando as redes sociais é uma obrigação de todos nós. Aqueles que nunca navegaram de forma estruturada sobre este tema podem achar que isto não serve para sua empresa, a minha recomendação é que caso isso tenha passado pela sua cabeça , você precisa rever os seus conceitos.

– Entendendo a Platéia – Como utilizar o perfil comportamental DISC para compreender o seu interlocutor e aumentar o poder de comunicação e persuasão.

– SotrySelling – Como criar histórias poderosas e narrativas de valor utilizando Stoytelling e roteiros que geram conexão e confiança em sua audiência, além de melhorar a percepção de valor da sua empresa, produtos e serviços perante seus clientes.

– As palavras tem poder – Neste módulo apresentamos as técnicas de gatilhos mentais e como eles podem ajudar na comunicação escrita. Apresentamos ainda como nosso cérebro toma as decisões e como podemos utilizar isso a nosso favor com nossos interlocutores.

– O poder da Voz – Apresentamos a importância da comunicação falada e suas derivações. Este módulo tem grande importância e relevância para o momento em que vivemos, em tempos de distanciamento social as nossas expressões ficam mais expostas e explícitas na tela cheia de um computador ou um celular nas conferências por vídeos realizadas diariamente.

Este módulos acima fazem parte da nossa coleção 2020/2021. Consulte-nos sobre os módulos de HardSkills como: PDCA, Gestão Estratégica de Vendas, Processos de Vendas e Negociação estratégica.

Se interessou?

Responda este e-mail que eu entro em contato.

Bora contribuir para o crescimento de nossos profissionais, empresas e de nossa nação? 

Um forte abraço e boas vendas!

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É possível criar confiança e vender em tempos de distanciamento social?

Esta pergunta acima é sempre muito frequente quando estou conversando com times de vendas, em especial quando o tema é transformação digital ou o futuro dos vendedores e das vendas.

A minha resposta sem titubear é sempre mesma. CLARO QUE SIM!

E tempos de distanciamento social o que já era uma tendência agora tornou-se uma dura realizada para as pessoas que vêm a parte vazia do copo. Para os que vêm meio cheio abriu-se um leque cheio de oportunidades.

Tem três pontos que gostaria de compartilhar com você que acredito que são indiferentes, seja na venda presencial ou remota. Aqui não estou falando de vendas puramente por impulso, ocasião ou conveniência e sim qualquer outra que existe alguma jornada de compra, seja ela de horas ou dias.

Vamos a eles…

Disponibilidade

Estar disponível é muito mais importante que estar fisicamente presente. Veja se você for um corretor de seguros que todas as semanas está presente (em tempo passados) nos seus cliente, mas que numa madrugada fria de domingo não atende o telefone ou a mensagem de whatsapp de seu cliente que se envolveu em um sinistro, o que acontece? Ele simplesmente vai lembrar dessa péssima experiência pra sempre. 

Dica de Outro: Mantenha-se disponível física ou remotamente.

Relevância 

Outro aspecto fundamental é ser relevante. Ninguém quer falar com que só quer lhe pedir ajuda para bater a meta do mês, ou mesmo sempre que te vender algo. Costumo dizer que os vendedores que sobreviverão serão aqueles em que o cliente pagaria para comprar, ou seja, um consultor especialista em determinado assunto. 

Alguns podem pensar que isso só funciona para grandes valores, mas pergunto a você. Quantas vezes você voltou a uma ótica ou uma loja porque o vendedor soube de maneira verdadeira criar empatia por você e realmente entender seu problema e sugerir uma solução que por vezes você não tinha pensado?

Dica de Ouro: Ser relevante é entender a dor do cliente, se possível antes mesmo de ele sentir e oferecê-lo uma solução personalizada se colocando de verdade em seu lugar.

Confiança

Construir confiança independe de presença física. Aliás diria que de modo digital ficou ainda mais fácil. A confiança é um processo de construção em que ele se inicia quando uma das partes se torna ou se sente vulnerável em determinado momento e a outra o suporta de maneira empática.

Quando um cliente precisa de algo urgente e ele liga para uma pessoa que a resolve com presteza e agilidade, cria-se um elo de confiança e isto pode ocorrer nas duas vias: do vendedor para o cliente ou do cliente para o vendedor.

Regra de Outro: Utilize a escuta ativa e sua sensibilidade para sentir quando seu cliente está ou vai ficar vulnerável em algum aspecto. Suportá-lo neste momentos demonstrará empatia e irá criar um elo de confiança.

Lembrete: Não faço isso apenas quando você estiver interessado em vender, mas sempre que seu cliente ou potencial cliente precisar de ajuda. A legitimidade do ato potencializa a confiança e isso irá render muitos frutos, talvez mais do que a venda pontual que você poderia imaginar.

A Transformação Digital é uma realidade, mas a grande mudança não são os códigos e softwares, e sim as plataformas que conectam as pessoas, indivíduos esses, que continuam com suas dores, carências e sentimentos.

Apesar de emoldurados nas telas de celulares ou por trás de áudios e mensagens de texto, nossos instintos de sobrevivência e subsistência estão cravadas em nosso cérebro desde os primatas, isto não mudou nem nos tempos que ainda apertamos as mãos com mais frequência.

Seja verdadeiro, empático e torne-se um especialista em seu segmento e nunca mais terá de pedir por favor para ser recebido.

Ótimo fim de semana a todos.

24 horas de Imersão em Vendas – Marcelo Scharra

Venha participar de um treinamento com muito conhecimento, prática e mentoria para desenhar sua estratégia e as ações que farão sua performance em vendas aumentar de forma significativa nesta retomada.

Para se planejar e redesenhar seu plano de ataque do segundo semestre oferecemos em 24 hs, ao vivo os seguintes conteúdos:

???? Módulo 1 – Inovação + Novo Normal + Tendências em Vendas (3 horas)

????????  Módulo 2 – Automação + Tecnologia + Indicadores (3 horas)

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???? Módulo 5 – Negociação Estratégica + Fechamento (3 horas)

???? Mentoria – 9 horas distribuída ao longo do curso.

AGUARDE

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Aprender, Reaprender e Desaprender

Aprender, Reaprender e Desaprender Este título acima é o trecho de uma famosa frase que há tempos utilizamos em nosso material.

Ela não é nossa mas representa muito bem alguns de nossos valores O Conhecimento.   Esta frase pertence ao escritor e futurista norte-americano, chamado Alvim Tofler, conhecido pelos seus escritos sobre a revolução digital, a revolução das comunicações e a singularidade tecnológico.

Alvim nasceu em 4 de outubro de 1928 e sua data de falecimento foi 27 de junho de 2016.   O que mais impressiona nestes martires do pensamento filosófico, são sua atemporalidade. Veja que suas frases e leitura de tendências já estavam previstas muito antes de tudo o que estamos vivendo agora.

Em nossos valores, conhecimento está descrito da seguinte forma: Acreditamos no fluxo do conhecimento entre as pessoas e na evolução por meio do autoconhecimento. Como consultor e treinador vivemos esta troca todos os dias, onde sempre nos focamos em como absorver mais conhecimento. O mundo das vendas é repleto de conhecimento farto em cada um dos profissionais que por anos atuam como protagonistas do progresso. Esta definição também utilizamos com frequência.   Acreditamos que estes Bandeirantes, os vendedores, para usar o termo daqueles que promoveram o progresso no interior de nosso país são uma fonte inesgotável de experiências e conhecimentos, sobre diversos temas e em especial sobre pessoas. Um bom vendedor é um especialista em gente.

O que nos intriga neste processo todo, é o fato de que apesar de conhecerem muito de gente, deixam pouco espaço ou mesmo não se permitem a se autoconhecer. Em diversos momentos que tive a oportunidade de abordar este assunto com profissionais ou times de vendas, sempre notei um certo receio. Acredito que os vendedores, por sempre terem como missão serem as pessoas fortes da companhia, pois são os primeiros a serem acionados em momentos de crise ou de grandes desafios de crescimento, muitas vezes não se permitem assumir a própria fragilidade, aquela que todo nós humanos temos.

Gosto de dizer que é preciso ter coragem para se auto-conhecer. Imagina quando você olhar para o espelho, não o do corpo físico mas o interno e eventualmente se deparar com  uma pessoa que você não reconhece, não é fácil, mas é necessário.    Acredito muito que cada um tem seu tempo, mas o que me proponho neste artigo é compartilhar que existe muita beleza neste processo. Saber quem realmente somos, nos permite ir atrás daquele conhecimento que acreditávamos já possuir.   Assumir a fragilidade é um ato de tremenda coragem. É a partir dela que tudo começa, inclusive vender mais.

Digo vender mais pois diariamente nos deparamos com profissionais pensado quais são as melhores formas de treinar e ensinar vendedores, uma vez que já possuem conhecimento bastante amplo e por outro lado por vezes se julgam completos.   Acredito que o ponto inicial é fazer um trabalho de conscientização que mesmo com todo conhecimento e tendo anos de experiência é sempre possível aprender um pouco mais.

Há um ensinamento budista que diz que diante de novas oportunidades, devemos nos colar sempre no papel de aprendiz, o risco, afinal o risco que teremos é de aprender um pouco mais.   Fica aqui então um convite para nossos colegas que assim como eu são vendedores, que se permitam assumir suas fragilidades, e se for difícil procurem com afinco descobrir uma área de conhecimento que acredita que pode evoluir. Dedique a ela e verá que sempre é tempo de aprender.

Aos que gostaram deste artigo e tiverem interessem teremos um treinamento em breve que ajudará a se conhecer melhor, embarcara técnicas de vendas e evoluir como profissional e como ser humano.

Vamos todos continuar a aprender, desaprender, reaprender…

Viva Alvin Toffler!

#foguetenaotemre

Link Externo

Dica do meu curso de Aceleração de Vendas.

Clique aqui inscreva-se e se permita continuar ampliando sua biblioteca.   Abs

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Escassez ou abundância, o que tem escolhido viver?

Neste momento de incertezas nossas mentes foram e continuam sendo testadas. Qual é realmente nossa capacidade de escolha em um universo que a quantidade de estímulos são inúmeros. Somos bombardeados com informações políticas, econômicas, profissionais, de saúde, etc.

Estamos condenados a viver em liberdade. A obrigação da escolha é inevitável, precisamos apenas decidir qual das opções disponíveis é melhor.

Muitos atribuem suas condições, físicas emocionais e mesmo profissionais ao momento que vivemos. Estou trabalhando aqui até passar a pandêmia. Depois que tudo isso passar vou mudar de emprego. Depois da quarentena começo o regime e assim se sucedem uma sequência de decisões ancoradas em datas futuras ou outros elementos que nosso ardiloso cérebro é preciso em construir. Economizar energia é uma de suas funções primárias, e ele faz tudo para isso.

O que trago aqui então é o fato de a decisão não  ser um momento pontual e sim um ato contínuo capaz de te levar de um lugar para outro, que em geral funciona melhor quando tem um plano com ações claras e um objetivo, se tornando assim uma meta, combinação de atividades mais prazos.

Bem verdade que sempre achei que isso era papo de Guru, aliás já falei da minha descrença na auto-ajuda em outro post. Graças a Deus superei e hoje tenho plena certeza, convicção e sou prova viva de que os processos de auto-conhecimento e auto ajuda são a base para  evolução.

Retomando a necessidade de decidir, mais recentemente me aprofundei em uma questão quase existencial e prática ao mesmo tempo.

Escassez ou abundância, o que tem escolhido viver?

Segundo o Google, escassez é a falta de algo, em relação a sua necessidade, como podemos ver o print abaixo.

Em relação a abundância o google define como sendo uma quantidade excessiva, superior ao necessário.

O raciocínio imediato (Olha ai nosso cérebro querendo economizar energia e nos fazer decidir sem pensar), nos induz a pensar que esta decisão é condicional, vejamos:

  • Se eu tiver dinheiro ficarei em paz
  • Quando comprar um carro vou ser mais feliz
  • Quando abrir minha empresa aí sim estarei com a vida ganha

Veja como sempre há um se, um famoso SE que faz você ficar onde está.

Pois então vou deixar aqui meu depoimento que por muito tempo acreditei no sucesso após determinados fatos, sempre futuros, mas hoje depois de decidir vive na abundância, posso garantir que colocar a felicidade ancorada em momentos futuros só o fará postergar a alegria da abundância que pode ser vivida agora.

No futuro após este ponto ou fato imaginário existe problemas de toda sorte, assim como os de hoje, ou porque não dizer eventualmente piores que o de hoje.

Ultimamente tenho usado uma frase. Salvo pelo Coronavírus! Claro que não estou dizendo pelo vírus mas pela mudança mundial que ocorreu devido a esta pandemia.

Convidado por este extraordinário fato resolvi dar chance a abundância, que sempre foi por mim desestimulada. Posso dizer que ela existe e que realmente é uma questão de escolha sorrir para os problemas ou deixá-los te consumir por completo.

PROBLEMAS! Quem poderia dizer que não os tem, também em quantidade,  ainda mais neste momento, mas o olhar positivo pode te colocar em uma outra camada de vibração.

Experimente:

  • Enxergar o lado bom das coisas…
  • Agradecer pelos problemas e ainda mais pelas soluções
  • Abastecer-se de conteúdos intelectuais que lhe sustentem
  • Trabalhar com amor, mesmo que não seja no local desejado, entregar o seu melhor É sempre um bom jeito de se conectar com o polo positivo do universo.

Por fim evite olhar para o lado sombrio da força, ele está sempre atento e vai olhar de volta, estabelecendo provavelmente uma conexão.

Por último:

Respire

Inspire contando até 3 (1…2…3)

Segure o ar – contando até 3 (1…2…3)

Expire contando até 6 (1…2…3…4…5…6)

Repita por 8 vezes 

Vai faz agora, mal não vai fazer eu te garanto é apenas AR.

Ótimo fim de semana e bora viver a abundância e sorri para os problemas.

Conteúdo Externo:

Para respirar melhor e alcançar e viver em paz recomendo:

Meditação Soul Sync com Tadashi Kadomoto (https://www.youtube.com/watch?v=WGVdvoiaiSw)

Todos os dias no instagram dele @tadashikadomoto tem exercicios de respiração e meditação as 06hs da manhã e as 20 horas. 

Chega lá e conecte-se com mais de 20 mil pessoas ao vivo.

É de graça!

Respira… Expira e Não Pira.

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Toda venda começa com uma boa história

O ano era 2001, umas 7h30 de uma manhã fria de Maio, o cheiro do café que estava sendo preparado pelos funcionários que se aprontavam para mais um dia de trabalho se misturava com o cheiro do jornal impresso que meu pai estava lendo no balcão da loja que ficava na 25 de Março, ao fundo tocava a vinheta da Jovem Pan “…começou o novo dia, já volta, quem ia…o tempo é de chegar…” e nessa hora entraram dois amigos dele, como sempre faziam religiosamente, chamando para tomar café no bar do Jacob, nem precisavam fazer o convite, a presença deles já era o sinal para o ritual de sempre.

Eu na época com os meus 14 anos ia junto e ficava assistindo e rindo entre uma piada e outra que era contada, fingindo que estava entendendo. Esses encontros levavam cerca de 20 ou 30 minutos e depois o dia estava liberado para começar oficialmente.

Mais tarde eu comecei a entender o que se passava lá, com certeza era uma amizade, que existe até hoje, mas também era uma relação comercial, de um lado meu pai, o comprador da sua loja e do outro seus amigos, representantes de algumas marcas e durante aquele ritual, no meio de tantas histórias, aproveitavam e vendiam seus produtos.

Tudo certo, o jogo era esse mesmo e com certeza todos adoravam.  

Você pode pensar que um contador de histórias em muitos casos é alguém visto com uma reputação suspeita ou com pouca credibilidade, mas a verdade é que todos nós adoramos ouvir histórias, quem é que não se lembra dos vários momentos em que sentávamos com os nossos mais velho para ouvir coisas que começavam com “era uma vez…” ?

O recurso mais escasso dos dias atuais é o tempo e por consequência a atenção das pessoas, sendo assim, se você não souber sintetizar suas propostas ou não souber contar boas histórias, esquece, você irá para o final da fila.

Vou propor um desafio, você irá passar 5 anos em uma ilha deserta, sem mais ninguém e poderá levar apenas 3 histórias, sejam de filmes ou séries. Pensou?

Com certeza absoluta essas 3 histórias têm em comum a estrutura com a qual foram criadas, são fatos que se desdobram ao longo do tempo, acontecem dentro de um mundo ou ambiente com um conjunto de regras estabelecidas, toda a narrativa é baseada em um ponto de vista específico, acompanhamos assuntos ou personagens durante a jornada e por fim, todas essas histórias têm em comum um ou mais protagonistas.

Você já deve ter ouvido falar em Storytelling e se não ouviu, sem problemas, vou explicar brevemente tentando não ser técnico demais, isso eu deixo para o curso Aceleração de Vendas XP #1 que começa em 07/07.

A grande maioria das histórias, como as que você lembrou para levar para a sua ilha deserta, são construídas em cima da Jornada do Herói e os seus arquétipos.

Slide extraído do curso: Aceleração de Vendas XP

A Jornada do Herói acontece em 12 etapas divididas em 3 atos:

Ato 1

1 – Consciência limitada de um problema: Mundo comum

2 – Aumento da consciência: O chamado à aventura

3 – Relutância à mudança: Recusa ao chamado

4 – Superação da relutância: Encontro com o mentor

Ato 2

5 – Comprometimento com a mudança: Cruzamento do limiar

6 – Experimentando a primeira mudança: Testes, aliados e inimigos

7 – Preparação para uma grande mudança: Aproximação da caverna profunda

8 – Tentativa de uma grande mudança: Provocação

9 – Consequências das tentativas: Recompensas

Ato 3

10 – Rededicação à mudança: Estrada de volta

11 – Última tentativa de uma grande mudança: Ressurreição

12 – Domínio final do problema: Retorno com elixir 

Os arquétipos da Jornada do Herói são:

  • Herói: É quem guia a história dentro do mundo determinado na sua jornada, atravessa um limiar e de alguma forma passa por algum sacrifício pelo bem comum.
  • Mentor: É quem passa os ensinamentos valiosos para o herói seguir em sua jornada. Na maioria dos casos é mais velho e cheio de sabedoria.
  • Guardião do limiar: Nem sempre é um personagem, mas é um desafio que o herói deve passar. É comum que o guardião do limiar torne-se aliado ao heróis depois de enfrentado, em outros casos pode ser uma etapa preparatória para a batalha final do herói.
  • Arauto: É o mensageiro que empurra o herói para avançar na jornada. Traz uma notícia ou acontecimento e nem sempre é um personagem, pode ser um acontecimento.
  • Camaleão: Na maioria dos casos deixa dúvida se é aliado do herói ou do vilão, está sempre mudando. É um dos arquétipos mais difíceis de serem introduzidos numa história.
  • Sombra: É o arquétipo do vilão ou o inimigo do herói, é quem pretende destruí-lo.
  • Pícaro: Pode chamar de alívio cômico, tem essa função quando a história está tensa demais. Serve também para fazer críticas em forma de piada quando ninguém mais teria coragem de falar. 

Durante o curso Aceleração de Vendas XP #1 teremos um módulo inteiro sobre Storytelling, não só com esses temas mencionados acima, mas também com Gatilhos Mentais, Scripts de Abordagens e uma série de conteúdos práticos que ajudarão você a criar histórias poderosas e vendedoras.

Bom, eu agora com os meus 34 anos posso falar que tive grandes professores e a maioria das aulas aconteceram no balcão do bar do Jacob.

Boas vendas e te vejo no curso!

Forte abraço,

Felipe Chaya

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Você está utilizando o Whatsapp da forma errada

Olá, tudo bem?

Abro o espaço de leitura de hoje para o Felipe Chaya, consultor associado aqui da Aceleração de Vendas.

Ele escreveu um artigo de algo que você com certeza já utilizou hoje, o Whatsapp, com algumas dicas práticas e super úteis, a sétima é a minha preferida.

Boa leitura!

Marcelo Scharra

Em 2009, Jan Koum, um jovem ucraniano, após ser recusado pelo Facebook resolveu criar um aplicativo que revolucionaria a forma de contato entre as pessoas, nascia o Whatsapp.

Imagine o seguinte cenário, em 2035 você tendo que contar para um jovem de 15 anos como era o mundo sem o Whatsapp, ou qualquer ferramenta que o substitua até lá.

Com mais de 2 bilhões de usuários espalhados pelo mundo, 120 milhões são brasileiros e o Whatsapp está instalado em 99% dos celulares no Brasil.

Não podemos negar que ele faz parte da nossa rotina e você deve se lembrar das poucas vezes em que a plataforma foi bloqueada no Brasil e o caos que foi.

Nós, vendedores, sabemos muito bem da importância desse aplicativo em nossas vidas, te desafio a lembrar da última transação que você realizou sem ter utilizado o Whatsapp, aliás, se lembrar me conta nos comentários deste artigo ou me responda o e-mail, pois estou curioso.

Podemos afirmar que o Whatsapp faz parte das ferramentas de vendas de qualquer vendedor, correto? Mas, e se eu te dissesse que está utilizando o whatsapp de forma errada?

Me permita um parágrafo breve, porém teórico.

Existe a comunicação síncrona, como o telefone por exemplo, você fala alguma coisa e espera a resposta imediata do outro lado e existe a comunicação assíncrona, como um e-mail, você envia uma mensagem com título, saudação, assunto, possíveis soluções e eventuais arquivos, depois disso você espera uma resposta do que foi apresentado na mensagem, correto?

Pois bem, o Whatsapp deve ser utilizado como um meio de comunicação assíncrono, ou seja, nada de mandar somente “Olá, tudo bem?” e aguardar a resposta do outro lado.

As pessoas hoje utilizam o Whatsapp da mesma forma que utilizavam o e-mail antigamente, deixado de lado por conta do alto número de mensagens indesejadas. Hoje a maior preocupação do Facebook, proprietário do aplicativo, é evitar que a ferramenta seja invadida por mensagens de spam.

Já que você utiliza este aplicativo para vender, vou apresentar 7 dicas para que você vire uma máquina de relacionamento e vendas com o seu Whatsapp.

1 – Seja eficiente

O Whatsapp é uma comunicação híbrida, num primeiro momento é assíncrona e depois síncrona. Sempre que for enviar a primeira mensagem considere que está redigindo um e-mail, o texto deve ter começo, meio e fim e você deve apontar quais as respostas podem ser necessárias, tornando a comunicação eficiente.

2 – A mensagem é o que o outro lado entende

Uma mensagem deve ser clara e objetiva, antes de enviar verifique se o corretor do seu celular não está te pregando uma peça ou se o texto contém erros que possam prejudicar o entendimento, talvez o seu cliente não se sinta à vontade para responder com “Não entendi o que você falou” e nesse momento você acabou de perder a venda.

Leia a sua frase e verifique se ela faz sentido, utilize vírgula, pontuação adequada, acentos e pule uma linha entre cada frases, isso torna a leitura mais clara. Cuidado com textos os em fonte maiúscula, PODE PARECER QUE ESTÁ GRITANDO!

Caso queira destacar algum conteúdo utilize o recurso dos asteriscos, supondo que queira escrever a seguinte frase:

“Eu separei algumas características do produto X que fazem sentido de acordo com a última reunião que fizemos: Permite personalização, apenas 3 versões e sincroniza com todos os dispositivos”.

Supondo que você queira destacar algumas palavras o texto ficaria assim:

“Eu separei algumas características do produto X que fazem sentido de acordo com a última reunião que fizemos: Permite personalização, apenas 3 versões e sincroniza com todos os dispositivos“.

Para conseguir este efeito negrito no whatsapp basta inserir um * antes e depois das palavras/frases que deseja destacar. Pegue o seu celular agora e faça o teste:

  • *produto X*
  • *personalização*
  • *3 versões*
  • *todos os dispositivos*

É um recurso que poderá dar destaque e profissionalismo aos seus textos.

3 – Cuidado com os áudios

Um áudio deve servir primordialmente como uma ferramenta de explicação. Nem pense em mandar áudios maiores que 1 minuto e não faça perguntas no meio de um áudio, apenas explique e se possível um assunto por áudio.

O envio de áudio só deve acontecer se você receber um primeiro, como uma espécie de autorização ou depois de perguntar se tudo bem utilizar essa forma de comunicação (áudio), afinal você não sabe se o seu cliente poderá ouvi-lo naquele momento.

4 – Informações de contato

Se utiliza esta ferramenta para fins comerciais deve se atentar aos detalhes como: 

  • Foto de perfil
  • Descrição 
  • Recado. 

Nada de fotos que possam prejudicar a sua imagem. Os 25 caracteres disponíveis para o seu nome é o texto que aparecerá quando você enviar uma mensagem para quem não tem o seu contato salvo. Pense nisso!

5 – Lista de transmissão

Crie uma lista de transmissão para enviar a mesma mensagem a múltiplos contatos sem que eles saibam que está mandando para várias pessoas.

O erro clássico que acontece aqui é você escrever a mensagem direcionada às pessoas, por exemplo “Olá pessoal, estou mandando essa mensagem para você para apresentar uma proposta xyz…”, a pessoa que receber essa mensagem saberá que não existe exclusividade e que ela é apenas mais uma na sua lista.

Envie a mensagem como se estivesse falando diretamente com uma pessoa específica, mas tome cuidado e deixe a sua mensagem genérica tanto para homem como para mulher.

6 – Se precisar, ligue!

Não se esqueça que o whatsapp está instalado em um telefone celular e ele ainda (rs) serve para fazer ligações. Tenha a percepção para saber os momentos em que uma ligação é necessária.

7 – Lembretes

Sabia que o Whatsapp pode servir como um banco de anotações suas? Para fazer isso siga estes passos:

  • Crie um grupo chamado “Lembretes” com alguma pessoa, se possível algum conhecido.
  • Na lista de conversas selecione para este grupo a opção “fixar conversa” 
  • Exclua a pessoa que você adicionou e insira uma foto sua no perfil do grupo.

Pronto, esse grupo chamado “Lembrete” será sempre o primeiro a aparecer e poderá enviar mensagens, arquivos ou links sempre que precisar colocá-los em um local de fácil acesso para você mesmo..

Periodicamente visite o grupo e exclua as mensagens que foram resolvidas para manter a organização.

Essas foram as 7 dicas que farão você evoluir no relacionamento com seus clientes e por consequência aumentar o seu poder de vendas.

Eu poderia citar o Whatsapp Business, mas este será o tema para outro momento.

Assim como Jan Koum fez, não desperdice o potencial das coisas simples e pequenas, ele criou “apenas” um app de mensagens.

Boas Vendas!

Felipe Chaya

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Adaptabilidade em Vendas

Em meio à tantas mudanças, a resiliência e a adaptabilidade, naturais de um vendedor, nunca foram tão valorizadas.

No nosso último artigo, falamos dessas mudanças e dos sentimentos pelos quais estamos sendo convidados a passar durante esse período de quarentena, ou “setentena”. Clique aqui para revê-lo.

Com este cenário, já se tornou realidade o processo de empresas e pessoas se transformando e buscando seus espaços no universo digital e, com isso, vemos as consequências, facilidades e dificuldades, atreladas aos diferentes perfis de opinião sobre a Transformação Digital que existiam antes de tudo isso acontecer.

Quantas pessoas e empresas você conhece, que antes de março não valorizavam a Era Digital que é realidade para nós, não acreditavam que é possível ser eficiente no trabalho fazendo home office, que é possível realizar o processo de venda (e a maioria das vezes de entrega) do produto ou serviço de forma digital, que é possível treinar e engajar uma grande quantidade de pessoas remotamente, que é possível você se conectar e passar uma informação de forma eficiente e encantadora numa videoconferência e não só presencialmente, enfim, são muitos paradigmas e crenças que estão sendo quebrados neste momento.

Um ponto em que chegamos quando temos que passar por essa transformação interna, é que alguns têm mais facilidade para lidar com as diminuições das próprias certezas e outros menos. Aqueles que têm perfis mais técnicos, com graus de especialização e conhecimentos profundos de determinado assunto, normalmente são aqueles que precisam passar por níveis de provas muito maiores para deixar suas certezas de lado e seguir um novo caminho, quase que precisando de uma nova certeza. Já aqueles que possuem conhecimentos mais genéricos, navegam por ambientes distintos e lidam com diferentes perfis profissionais rotineiramente, normalmente possuem maior facilidade de se adaptar a um cenário diferente, aprender algo novo e lidar com suas responsabilidades de uma nova forma. Pensou em alguém com este perfil?

Pois é, o perfil do vendedor tem um grande valor quando acreditamos que dentro da Transformação Digital, o que está ressignificando o mercado é a transformação em sua atuação mais ampla (de razões, de formas, de comportamentos, de ferramentas e de modelos), enquanto o digital é apenas o meio. É através da resiliência e da adaptabilidade, que são naturais de um vendedor, que você, sua empresa, ou sua equipe atualmente estão encontrando um novo caminho de se manter ativos, conectar e se relacionar com seus clientes e gerar valor para sua rede.

Caso você ainda esteja tentando encontrar formas de se reinventar, ou de entregar valor de um jeito diferente, se permita à novas ideias. Tente mapear quais valores você entrega ao seu perfil ideal de cliente e se pode entregar o mesmo para outro perfil, entenda quais outras formas de monetização e distribuição você pode ter para seus produtos/serviços, se é necessário ou viável desenhar um novo produto/serviço, enfim, se pergunte: “e se?”. E o mais importante, experimente! Nesse processo experimentar é fundamental.

E se der certo, não deixe de compartilhar a experiência com a gente. :)

Não deixe também de avaliar nosso conteúdo e deixar seu comentário ou sugestão, é muito importante para nós!

Obrigado pela leitura!

#foguetenãotemré

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